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Thaís

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Thaís Medeiros, artista plástica e atriz, desenvolve desde 1996 um trabalho de pintura com várias técnicas sobre diferentes suportes com o qual realiza exposições no Brasil e em outros países.

Em suas obras, Thaís utiliza-se de uma junção de linguagens (pintura, desenho, escrita), expressas com pinceladas enérgicas de cores vibrantes, fortes e suaves num jogo de oposições, criando um efeito dramático.

Esta composição de imagens e poesia traz uma beleza lírica e uma presença cênica para as figuras retratadas, levando à reflexão, onde cada espectador cria um universo distinto a partir de sua vivência, memória. Suas pinturas são definidas por ela como seu monólogo na tela.

Segundo o crítico e jornalista Oscar D’Ambrosio, “Thaís Medeiros concebe a arte como mecanismo de reflexão. Ao explorar as possibilidades de um corpo, seja na dança, seja em nus reclinados, indica que o labor de um criador é adensar uma pesquisa e verticalizar propostas. Seu trabalho, ao se constituir em expressão visual, indaga o que cada um faz com a própria existência.”.

De fev/abril de 2018 participou da residência artística na Villa Waldberta- Magdalena Munchen Saison 2018 onde apresentou as performances Tapete Manifesto, Janela Manifesto, Triptíco: Ossos, Batom Vermelho e Hamlet e também a Instalação Tapete Manifesto na instalação “Unsichtbare Orte – Frauen in der Kunst” de Kordula Lobeck, Pathos Theater.

Realizou em 2014 a Intervenção “Índio Brasileiro” (criação e concepção) nas imediações do Teatro Municipal de São Paulo, e em 2013 a intervenção “Cores e Traços da Origem” na Avenida Paulista; também em 2013 realizou a Intervenção Performática “Tapete Manifesto” (criação e concepção) no Festival BaixoCentro e de lá para cá se sucederam várias outras apresentações da mesma: Mostra de Cenas Curtas ObsCENAs, SP (2014), Multicidade - Festival Internacional de Mulheres nas Artes Cênicas, RJ (2015), imediações do Teatro Municipal de São Paulo (2015) a qual foi gravada para o programa "Causando na Rua" da cineasta Tata Amaral, Teatro de Arena Eugênio Kusnet (2016).

Realizou de 1996 a 2015 diversas individuais (dentre elas Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e Metrô de São Paulo) e participou de diversas exposições coletivas de 1996 a 2018, dentre elas: Centro Cultural Lauderdale House, Londres, pelo Instituto Cultural Século e Arte (2011); III Mostra Internacional de Artes Visuais “O Ano Internacional do Planeta Terra”, no Centro Cultural Árabe-Sírio no Brasil; 22º Salão de Arte ACSP Pinheiros, SP; 100 Anos de Imigração Brasil-Japão, no Instituto Cultural Século e Arte; Internacional de Arte Contemporânea de Luxemburg, pela Galerie Bresil em Luxemburgo (2003); III Salão Internacional do Petit Format na Casa do Intercâmbio Cultural São Paulo (2001);

Dentre suas premiações destacam-se: Medalha de Bronze com a obra “Asa Branca”, 2011, em Londres no Centro Cultural Lauderdale House pelo Instituto Cultural Século e Arte; participação como Hors Concour com a obra “Latitude no Verde”, no 23° Salão de Arte da ACSP Pinheiros, 2010; Medalha de Prata com a obra “Índio Brasileiro 5”, 2010 e Medalha de Ouro com a obra “Bailarina Movimento 9”, 2009, ambas em Londres no Centro Cultural Lauderdale House pelo Instituto Cultural Século e Arte; Medalha de Ouro com a obra “Índio Brasileiro”, 2009, no Salão de Arte da ACSP Pinheiros; e Menção Honrosa com a obra “Bailarina Movimento 11” no Ano internacional do Brasil na França pelo Instituto Cultural Século e Arte, 2006. Participa também do livro “O Brasil e o Mundo, os Melhores da Arte Brasileira” lançado em 2009 na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Possui obras em diversas coleções particulares em vários países, no Brasil e no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo.

Ver também:
http://galeriagruta.com/

http://thaismedeiros.carbonmade.com